Halloween: The Game Reveals East Haddonfield Map With New Trailer Details

Para aumentar a sensação de perigo “de bairro tranquilo” que tornou a franquia Halloween tão marcante, a equipe de desenvolvimento de Halloween: The Game está detalhando um novo cenário para o jogo: East Haddonfield. O mapa leva o jogador para além do que apareceu por pouco tempo no filme de 1978, ampliando o conjunto de locais clássicos e adicionando uma área mais aberta e rural, com rotas de fuga e pontos de emboscada — tudo sob a ameaça constante de Michael Myers.

Key takeaways

  • East Haddonfield é um novo mapa apresentado como uma expansão do cenário visto rapidamente no Halloween original de 1978.
  • O local combina estruturas industriais, comércios menores, fazendas, rodovias e ferrovias, com um grande moinho no centro.
  • O mapa inclui áreas reconhecíveis como Rabbit in Red Lounge e Phelps Garage.
  • A jogabilidade segue o formato assimétrico 1×4: Michael tenta matar todos, enquanto os sobreviventes buscam salvar o maior número possível e sobreviver.
  • Michael se fortalece ao longo das partidas, incentivando tensão permanente para quem joga como sobrevivente.
  • Halloween: The Game chega ao PS5 em 8 de setembro.

East Haddonfield amplia o “visto de relance” para virar terreno de combate

Grande parte dos mapas de Halloween: The Game representa áreas que já foram vistas e exploradas nos filmes. No caso de East Haddonfield, a proposta é estender a visão do bairro de Haddonfield, criando espaços que preencham lacunas deixadas pelo filme original de 1978. Em vez de ficar apenas nas partes mais conhecidas, o mapa foi desenhado para oferecer novos ambientes a assassinos e heróis, servindo diretamente à proposta de terror de sobrevivência em multiplayer.

O cenário fica afastado dos subúrbios: a área faz a transição de casas residenciais para grandes estruturas industriais e pequenos negócios, com fazendas, rodovias e ferrovias conectando as regiões. Segundo a descrição, trata-se de um mapa mais aberto e rural, com um moinho enorme no centro, além de silos, áreas de armazenamento e cantos inesperados que favorecem tanto confrontos quanto escapes.

Dentro do moinho, o mapa traz diferentes espaços internos e externos, criando oportunidades de emboscada e corridas repentinas. Entre os edifícios, aparecem elementos como varandas e ferramentas agrícolas, além de estacionamentos de terra que reforçam a sensação de arredores da cidade.

Para os fãs, o mapa também inclui o Rabbit in Red Lounge e a Phelps Garage. No conjunto, a equipe descreve East Haddonfield como uma versão mais “caótica” das opções urbanas: com linhas de visão frequentemente obstruídas, cercas irregulares e prédios próximos ligados de maneiras que incentivam furtividade tática e táticas criativas de fuga.

Mesmo com o espaço aberto oferecendo rotas de saída tentadoras, a recomendação é clara: os jogadores precisam ter cuidado ao tentar aproveitar essas chances, pois qualquer descuido pode levar ao encontro com Michael Myers.

Michael Myers como ameaça constante: assimetria 1×4 e progressão durante a partida

O desenvolvimento do jogo foi guiado pela ideia de manter o medo associado ao Michael do filme original: um agente de caos que transforma um ambiente de vizinhança “seguro” em uma armadilha. Para a equipe, o objetivo é que, sempre que Michael aparece, o jogador sinta que a própria vida está em risco — e que a fuga seja improvável.

O vilão foi trabalhado para ser incômodo em vários níveis: arsenal, habilidades e até o jeito de caminhar precisariam refletir essa inquietação. A descrição reforça que Michael não “fica para trás”, surge onde menos se espera e elimina jogadores de formas inesperadas, mantendo-se como ameaça permanente durante a partida.

Para sustentar esse clima, Halloween: The Game adota o modelo assimétrico 1×4. Michael tenta matar todo mundo, enquanto os outros jogadores atuam para salvar o maior número de pessoas possível e, ao mesmo tempo, garantir a própria sobrevivência. Com o passar das partidas, Michael vai ficando mais forte e se desloca pelo mapa, o que aumenta a pressão sobre quem está no papel de sobrevivente.

Como resultado, cada minuto de vida vira uma aposta: ao jogar como sobrevivente, o jogador precisa conviver com o risco constante de esbarrar no vilão, mantendo a tensão ativa ao longo do tempo.

Autenticidade dos anos 70 e apoio criativo do filme

A equipe cita o filme original de 1978 como o “modelo perfeito” para guiar as escolhas do jogo. Para buscar autenticidade, foram feitos estudos sobre a década de 1970, com foco no trabalho artístico do longa — incluindo câmera, lentes, tratamento de cor e o contexto histórico. Além disso, houve consulta a nomes ligados à criação do filme.

Nick Castle, ator que interpretou o Michael Myers original, participou com captura de movimentos e compartilhou sua visão sobre a melhor maneira de representar as mortes. Conversas frequentes também foram conduzidas com Malek Akkad, da Compass International Pictures, para discutir conhecimento do filme e seu legado. A equipe ainda consultou a perspectiva do diretor John Carpenter, e essas trocas influenciaram a ênfase dada ao modo história do jogo e seus capítulos, incluindo um que se passa no mapa de East Haddonfield.

Com o desenvolvimento já em fase de aproximação do lançamento, a equipe encerra destacando orgulho no conjunto de decisões que formaram uma experiência que pretende ser divertida, emocionante e “inequivocamente Halloween”.

Halloween: The Game chega ao PS5 em 8 de setembro.

Marcus Chen is a gaming journalist and industry reporter with more than 10 years of experience. He covers releases, announcements, and trends across PC, PlayStation, Xbox, and Nintendo, and keeps a close eye on the indie scene and esports. Previously an editor at several gaming publications, he now writes news, reviews, and breakdowns of major industry moments—from big showcases to updates on popular titles. His work is aimed at players who want a clear, fast read on what happened and why it matters.